sexta-feira, 13 de setembro de 2013

-



e dar-se – que grande covardia, a minha, claro, de não ser tão bom assim sozinho, de não ser próprio a esmo neste mundo. de não encontrar porto que descansar navegar, navegar... um mar de presente, esse popular galgar da vontade da braçada e ir... pra quê, pra quê, meu deus? busco ilha em que me firmar, aconchegado na maciez estável de areia... distante das marés instáveis. dessas quero distância.

eap

2 comentários:

Lucianny Motta disse...

Eu te dou o meu silêncio, visto que diante de tamanha aderência, as palavras soam deliciosamente desnecessárias.

Lucianny Motta disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.

Postar um comentário