quinta-feira, 7 de julho de 2011

Filosofias de morte e Máximas em Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Editora FTD



Tomando de empréstimo e referência o blog de Rosangela Bastos (pela falta do livro em mãos) ponho aqui algumas das máximas de Memórias Póstumas de Brás Cubas que achei findo o livro. Pena não poder ter tido a oportunidade de anotá-las ou grfá-las no próprio livro, que não era meu... Mas, anyway, ficam aqui palavretas que valem a pena ler, para além do nome mais importante da nossa literatura e de um de seus romances mais famosos (na minha opinião, o melhor), que narra a história de "um defunto autor, não um autor defunto",


"Não importa ao tempo, o minuto que passa, mas o minuto que vem"


"O mundo era estreito para Alexandre; um desvão de telhado é o infinito para as andorinhas"


"Deus, para a felicidade do homem, criou a religião e o amor. Mas o Demônio, invejoso do sucesso de Deus, fez com que o homem confundisse a religião com a igreja e o amor com o casamento"


"Matamos o tempo, o tempo nos enterra"


E em minha surrada opinião, a que melhor estapeou a minha cara, ao fechar o livro.


"Não tive filhos. Não transmiti a nenhuma outra criatura o legado da nossa miséria."


(Prometo rever as melhores e reformular esta postagem com frases que eu mesmo retirarei, relendo as quase 200 páginas do livro novamente)

1 comentários:

Raquel Rodrigues disse...

Prometo que te COBRAREI tal revisão. rs

Assisinho é mestre da literatura e da psicologia como diria o Hugo.
Dos melhores certamente.

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